13 de fevereiro de 2012

CRESCIMENTO EM ESTATURA, DETERMINADA POR SEUS VÁRIOS FATORES, OS RESULTADOS DE UM ALONGAMENTO DE OSSOS ATRAVÉS DE DIVISÕES CELULARES PRINCIPALMENTE REGULADA POR SOMATOTROPINA (HORMÔNIO DE CRESCIMENTO HUMANO (HGH)) SECRETADO PELA PORÇÃO ANTERIOR DA GLÂNDULA HIPÓFISE. - ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA.

Somatotropina também estimula a liberação de outro hormônio indutor de crescimento Insulin-like growth factor 1 (IGF-1), principalmente pelo fígado. Ambos os hormônios funcionam na maioria dos tecidos do corpo, têm muitas outras funções, e continuam a ser secretado por toda a vida, com níveis de pico coincidente com pico de velocidade de crescimento e, gradualmente, cedendo com a idade após a adolescência . A maior parte da secreção ocorre em rajadas (especialmente para adolescentes) com a maior durante o sono. O hGH – hormônio de crescimento é praticamente o único hormônio que começa a ser produzido in feto e se prolonga rigorosamente por todo a existência individual de todos os seres humanos, pois sua função de fabricação de células e as substitui – las ocorre ciclicamente em períodos relativamente curtos (6 meses no minimo) e tem sequência durante toda a vida dos indivíduos de ambos os sexos. Não podemos nos esquecer que nesta função toda e qualquer células do corpo humano, desde os neurônios até o crescimento ósseo necessitam de células e por conseguinte também teram cada uma delas hormônio de crescimento. A maioria do crescimento linear ocorre porque o crescimento da cartilagem na epífise (extremidades) dos ossos longos que gradualmente iram ossificar para formar osso duro, ou cartilagens fechadas em forma de ossos. As pernas compõem cerca de metade da altura do ser humano adulto, e comprimento da perna é um pouco diferente com dimorfismo sexual característico de cada sexo. Alguns desse crescimento ocorre depois que o surto de crescimento dos ossos longos cessou ou diminuiu. A maioria de crescimento durante surtos de crescimento é dos ossos longos. Além disso, a variação de altura entre as populações e ao longo do tempo é em grande parte devido a mudanças no comprimento das pernas e coluna. O restante é composto de altura do crânio. Altura é sexualmente dimórfico e estatisticamente é mais ou menos distribuídos normalmente, mas com caudas pesadas, para facilitar o entendimento nosso ponto geométrico se localiza na região do cóccix, que seria a cauda nos primatas e ainda há alguma discrepância em relação ao uso do termo heavy-tailed (Às vezes, heavy-tailed é usada para qualquer distribuição que tem caudas mais pesadas do que a distribuição normal.).

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologia
CRM:20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – medicina interna
CRM:28930

Como Saber Mais:
1. Ao considerarmos o crescimento infanto – juvenil – adolescente temos que avaliar; peso; tamanho; circunferência da cabeça; circunferência da cintura...

2. O peso ao nascimento de um ser humano é em média de 3,5 kg. O ganho de peso é rápido durante o primeiro ano, chegando a 25 g / dia durante o primeiro trimestre, 20 g / dia durante o segundo trimestre,15 g / dia durante o terceiro trimestre,12 g / dia durante o quarto trimestre...

3. A distribuição não é uniforme de acordo com os órgãos: é de 80% no cérebro, 75% no músculo, 50% nos ossos...

Referências Bibliográficas: 
Prof. Dr. João santos caio jr diretor científico, dra. Henriqueta verlangieri caio, diretora clínica – van der häägen brazil, são paulo – brasil.latner jd, stunkard aj. Piorando: a estigmatização das crianças obesas. Obes res. 2003, 11: 452-456; neumark-sztainer d, story m., faibisch estigmatização l. Perceived entre sobrepeso africano-americanos e caucasianos meninas adolescentes. J adolesc health. 1998, 23: 264-270; neumark-sztainer d, story m, harris t. Atitudes e crenças sobre a obesidade entre os professores da escola e dos prestadores de cuidados de saúde com adolescentes que resultados obtêm. J nutr educação. 1999; 31: 3-9; r puhl, brownell kd. Preconceito, discriminação, e obesidade. Obes res. 2001; 9:788-805.

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRESCIMENTO E SOMATOTROFINA; NÃO EXISTE UMA DEFINIÇÃO DE BAIXA ESTATURA UNIVERSALMENTE ACEITA,

CONTUDO PODE- SE INFERIR COMO BAIXA ESTATURA OU DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO, ATRAVÉS DE ALGUNS PARÂMETROS INTUITIVOS QUE DESTOARÃO DAS CARACTERÍSTICAS FAMILIARES:VELOCIDADE DE CRESCIMENTO ABAIXO DE 5 CM/ANO, ALTURA ALVO ESPERADA MENOR QUE A CALCULADA DOS PAIS, OU 85 % DE BAIXA ESTATURA EM SE CONSIDERANDO ANCESTRAIS, 14 % ATRIBUÍDO À DOENÇAS ORGÂNICAS SUBJACENTES.

Um dos maiores desastres que pode ocorrer com crianças, infanto-juvenis, adolescentes e aos mesmos ocorrerem uma processo de estatura baixa, inferiores aos dos padrões esperados, levando em consideração um universo de causas, que traumatizarão nossos filhos para o resto da vida. Este é um dos motivos que muitos pesquisadores consideram que em se apresentando baixa estatura mesmo que não apresente nehuma doença evidente, só o fato da baixa estatura em si, justifica  o tratamento com HGH – hormônio de crescimento, ou somatotrofina. Leve em consideração que a otimização genética de alcançar o máximo que possivelmente poderia resultar em um possível jogador de basquete ou de volei com estatura genética otimizada, não é frequente embora estejam em teoria dentro dos padrões de normalidade ótima, que representa o sonho de todos nós pais. Existem inúmeros fatores que independente do clássico cálculo de proporcionalidade entre pais e ancestrais, este fato é uma absoluta minoria, independente do que o pediatra achar com relação ao estirão no menino ou o máximo linear nas meninas; é um risco que pagaremos para ver sem certeza de que ocorrerá, pior que isso, se ocorrer fechamento da cartilagem de crescimento com consolidação e transformação óssea, este fato torna o crescimento natural impossível, e a estatura momentanea definifiva sem possibilidade natural de reversão do processo. As Principais situações associadas à baixa estatura como variante da normalidade, exige – se a exclusão de doenças que podem levar à baixa estatura, como por exemplo: Baixa estatura constitucional ou “maturadores lentos”. Quando a maturação está abaixo do 5 cm/ano, atraso da idade óssea e resposta farmacológica normal do GH –hormônio de crescimento, porém talvez com secreção expontânea do HGH – hormônio de crescimento diminuída. Baixa estatura familiar onde as crianças, infanto-juvenis, adolescentes no viés (canal) de crescimento compatível com a altura alvo, sem atraso da idade óssea, e a velocidade de crescimento é aparentemente normal, mas não otimamente normal. Existe uma grande quantidade de síndromes que interferem gravemente no crescimeto e devem ser descartadas pelo endocrinologista ou neuroendocrinologista, que levam a baixa estatura, como é o caso das displasias esqueléticas, e alterações genéticas; acondroplasias, hipocondroplasias ou raquitismo. Aterações cromossômicas como síndrome de Turner, Síndrome de Down (cromossoma 21), síndrome de Silver Russel, Síndrome de Prader-Willi (cromossoma 15). Outras doenças mais comuns como; má – nutrição,doenças gastrintestinais, como doenças celiacas, inflamatórias intestinais crônicas, doenças renais, cardíacas, hematológicas, hepáticas, deprivação emocionais, PIG pequenos para idade gestacionais. Todas essas doenças acarretam baixa estatura, São graves e deve ser feito o diagnóstico o mais precoce possível. Nas doenças da endocrinologia, e neuroendocrinologia; diabetes mellitus, principalmente mal controladas, hipotireoidismo congênito ou adquirido, excesso de glicocortisol (cortisol) endógeno ou exógeno, deficiência de HGH – hormônio de crescimento ou somatotrofina ou composto 191, adquiridas ou desencadeadas por doenças congênitas, nanismo de Laron, ou resistência ao GH, classicamente quando existem gordura central com baixa estatura, voz infantil, traços faciais imaturos. Doenças do metabolismo de cálcio, defeito no receptor do GH ou Passos intermediários na formação do IGF-1. Preste bem atenção, algumas doenças são comuns, mas nem todas fáceis de fazer diagnóstico e pode ocorrer um equívoco sem má intenção de qualquer profissional, mas uma coisa não nos engana, A BAIXA ESTATURA ou ao deficiência de crescimento, e quanto mais precoce for resolvido ou minorado, é melhor para a boa qualidade de vida do paciente.

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Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia-Neuroendocrinologista
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Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
      1. Existe uma grande quantidade de síndromes que interferem gravemente no crescimeto e devem ser descartadas o mais precoce possivel...

2. A BAIXA ESTATURA ou ao deficiência de crescimento, e quanto mais precoce for resolvido ou minorado, é melhor para a boa qualidade de vida do paciente...

3. A baixa estatura pode levar a crise depressiva...
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:

Prof.Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, endocrinologista,medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, Joan C. Han , MD; Ligeia Damaso , MSN, ARNP; Susan Welch , MSN, ARNP; Prabhakaran Balagopal , PhD; Jobayer Hossain , PhD; Mauras Nelly , MD. Parte inferior do formulário Recebido 16 março de 2010 , recebido na forma revisada 22 de julho de 2010 , aceito 03 setembro de 2010. publicados on-line 21 de outubro de 2010. Sattelite Symposium, no 13º European Congress of Endocrinology (ECE – 2011) em De Doelen congress Centre, em Rotterdam, Holland O Professor Doutor Philippe Chanson – Université Paris Sud and Assistance Publique Hôpitaux de Paris, France.


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7 de fevereiro de 2012

IMPACTO DE DOENÇAS CRÔNICAS NO CRESCIMENTO, NA OBESIDADE, ENDOCRINOLOGIA –NEUROENDOCRINOLOGIA; O HORMÔNIO DE CRESCIMENTO – TEM UMA FUNÇÃO ÚNICA EM NOSSO CORPO,

POIS TODAS AS CELULAS OBRIGATORIAMENTE AS POSSUE, DESDE A FASE FETAL ATÉ A FASE ADULTA, E SUA DEFICIÊNCIA É GRAVE E PODE LEVAR AO EXITO LETAL.

O tipo de deficiência (isolada ou múltipla) dependerá se o paciente tem deficiência também de outros hormônios hipofisários, além da GHD – DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO. O hormônio do crescimento é produzido pela glândula hipófise. Esta secreta vários hormônios diferentes, que também são essenciais para manter as funções normais do organismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que as doenças crônicas, como as por deficiência de HGH – hormonio de crescimento, doenças cardiovasculares, a diabetes, a obesidade, o cancro (câncer) e as doenças respiratórias, representam cerca de 59 % do total de 57 milhões de mortes por ano e 46 % do total de doenças. Estes números são tanto para os países desenvolvidos como os países em desenvolvimento, embora a maioria dos casos se encontrem em locais de baixa renda. Não é difícil  compreender que qualquer moléstia que causa impacto sério no organismo, está ligado a fatores genéticos na maioria dos casos, entretanto, também está ligado a fatores exógenos como a má nutrição, a falta de exercícios, a falta de higiene, o uso dos pais de substância toxicas, e a falta de educação convencional. Em países desenvolvido uma praga apocalíptica denominada fast food, onde alguns conglomerados empresariais como McDonald de origem USA, ou seu concorrente imediato Burger King recém adquirida por um conglomerado Brasileiro, devasta a saúde do mundo, com o proposito de deixar o alimento mais acessível, saboroso, e engordativo com todos os comprometimentos sobre a saúde. Não podemos esquecer que a doença crônica pode perturbar o relacionamento social, o rendimento acadêmico e o comportamento sexual de um adolescente;   permanentemente a vida do indivíduo e requer uma constante adaptação. Por outro lado, um jovem com um problema de saúde crônico não deixa de ser um adolescente, com todas as implicações inerentes a este grupo etário. Sendo assim, os profissionais de saúde, endocrinologista ou neuroendocrinologista a qual este assunto trata, para além de abordarem os aspectos relativos à doença, devem também desenvolver competências para lidar com a temática da adolescência, nomeadamente no que respeita à prevenção de comportamentos de risco, sendo de fato a sua abordagem em consulta um fator protetor para a sua ocorrência.

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1. A deficiência do hormônio de crescimento-HGH, interfere no desempenho do sistema nervoso central (SNC)...
http://reposicaohormonal2.blogspot.com/

2. A reposição do hormônio de crescimento (HGH)ajuda a melhorar o risco precoce da osteoporose ...
http://oseoporosecontrolada.blogspot.com/

3. Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste...
http://deficienciahormonal.blogspot.com/

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Referência Bibliográfica:
Prof. Dr. João Santos Caio Jr diretor científico, dra. Henriqueta Verlangieri Caio, diretora clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo – Brasil.
R Rapaport , Cook DM; Divisão de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, Nova Iorque. David B. Allen , MDDepartamento de Pediatria, Universidade de Hospital Infantil de Wisconsin, Madison, Wisconsin

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CRIANÇAS E ADOLESCENTES NECESSITAM DO HGH –HORMÔNIO DE CRESCIMENTO PARA QUE POSSAM CRESCER E SE DESENVOLVER EM ALTURA. ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA.

O hormônio de crescimento, é  o maestro responsável pela distribuição de todos os hormônios no ser humano, pois sua normalidade faz  com que o diapasão hormonal não apresente nenhum descompasso em humanos; entretanto pela importância do HGH – hormônio de crescimento o funcionamento sincrônico destes hormônios em concomitância, aproveite ao máximo sua carga genética em se considerando todos os fatores pré – estabelecidos, e um resultado muito próximo do limita ótimo saudável expectante. Em crianças, uma vez que os hormônios tireoidianos são necessários para o crescimento, há um crescimento retardado junto com letargia e obesidade. Um dos problemas específicos desta condição é que por causa de hipotireoidismo se desenvolve lentamente estes sintomas são insidiosos,. Que pode passar despercebida ou ser erroneamente atribuída, por exemplo, para a menopausa ou envelhecimento natural Inadequação dos hormônios da tireóide é particularmente grave para o feto, porque eles são necessários para o desenvolvimento do sistema nervoso no útero . Em iodo-deficientes regiões do mundo, isso leva ao nascimento de cretinos neurológicos, que sofreram danos graves e irreversíveis ao seu sistema nervoso central. Estima-se que, mesmo nestes dias, 100 000 cretinos esses nascem a cada ano. Em contraste, a incidência de hipotiroidismo neonatal na sociedade iodo-repleta Western - uma condição muitas vezes referido como 'esporádica cretinismo' - é de cerca de 1 em 4000 natos-vivos, isto devido à falha da tiroide fetal a desenvolver. Este hipotiroidismo congênito, ao contrário do cretinismo neurológico, é passível de tratamento com hormonas da tiroide. hipotiroidismo pode prontamente ser tratado por tiroxina por via oral, que é uma das duas hormonas sintetizados pela glândula tireóide. Isto foi demonstrado pela primeira vez por George Murray, um médico em Hartlepool. Em 1891, ele relatou à Newcastle Medical Research Society os efeitos benéficos da administração de extratos de tireóide ovelhas para seus pacientes profundamente hipotireoidismo. Este foi o primeiro exemplo de terapia de substituição hormonal.

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BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO – ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A BAIXA ESTATURA REFERE-SE A QUALQUER PESSOA QUE ESTÁ SIGNIFICATIVAMENTE ABAIXO DA ALTURA MÉDIA PARA UMA PESSOA DA MESMA IDADE E SEXO.

UM GRÁFICO DE CRESCIMENTO É USADO PARA MOSTRAR A ESTATURA ATUAL DE UMA CRIANÇA E QUÃO RÁPIDO ELE OU ELA ESTÁ CRESCENDO.

A baixa estatura refere-se a qualquer pessoa que está significativamente abaixo da altura média para uma pessoa da mesma idade e sexo. O termo muitas vezes refere-se a crianças ou adolescentes que estão significativamente abaixo da altura média de seus colegas. Baixa estatura idiopática: quando a criança ou adolescente não apresenta deficiência de hormônio de crescimento e ela desenvolve baixa estatura. Um gráfico de crescimento é usado para mostrar a estatura atual de uma criança e quão rápido ele ou ela está crescendo. Pode comparar seu filho com outras crianças da mesma idade e sexo (masculino ou feminino). Uma criança pode ser mais baixa ou mais alta do que a média das crianças da mesma idade. Uma medição chamada desvio padrão é usada para comparar a altura de crianças diferentes. Se a altura de uma criança é mais do que 2 desvios padrão abaixo da altura média das outras crianças da mesma idade, diz-se que a criança tem baixa estatura. 
Isto significa que quase todas as outras crianças de mesmo sexo e idade são mais altas. Seu médico irá monitorar a taxa de crescimento do seu filho ao longo do tempo. Muitos pais ficam preocupados se os seus filhos são mais baixos do que a maioria ou de todas as crianças ao redor deles. No entanto, a baixa estatura não é necessariamente um sinal de um problema de saúde. A baixa estatura que não tem nenhuma causa médica (baixa estatura idiopática) pode ser devido a: atraso constitucional de crescimento. As crianças são pequenas para sua idade, mas estão crescendo a uma taxa normal. A puberdade é geralmente tardia. Essas crianças continuam a crescer depois que a maioria de seus colegas pararam de crescer. 
A maioria deles vão chegar quando adultos a uma altura semelhante a de seus pais. Seus genes - um ou ambos os pais são baixos. Pais baixos, mas saudáveis podem ter uma criança saudável que é mais baixa em relação a outras crianças de mesmo sexo e mesma idade. Estas crianças são baixas, mas elas devem chegar a altura de um ou ambos os pais. A baixa estatura pode ser um sintoma de um certo número de condições médicas ou problemas, incluindo: distúrbios ósseos ou esqueléticos, tais como raquitismo ou acondroplasia (nanismo); doenças crônicas, como doença cardíaca congênita , doenças renais, asma , anemia falciforme , talassemia , artrite reumatóide juvenil , doença inflamatória intestinal, doença celíaca , doença de Cushing , hipotireoidismo e diabetes; condições genéticas, como síndrome de Down, síndrome de Turner, Síndrome de Williams , Síndrome Russell-Silver , e Síndrome de Noonan; deficiência de hormônio de crescimento; infecções do feto antes do nascimento; subnutrição; pouco crescimento de um bebê ainda no útero (restrição do crescimento intra-uterino ) ou pequenos para a idade gestacional (PIG). Aqui não estão relacionadas todas as possíveis causas da baixa estatura. Todas as crianças devem ter seu crescimento e desenvolvimento monitorado regularmente. Se o seu filho parece ser muito menor do que a maioria das crianças a sua idade e sexo (ou se a taxa de crescimento tenha diminuído ou parado) procure seu endocrinologista ou neuroendocrinologista. O médico irá realizar um exame físico. Medirá a estatura da criança, peso, comprimento do braço e da perna. Se a baixa estatura parece ser um sinal de alguma condição médica, exames complementares, incluindo estudos de laboratório e Raios-X, podem ser necessários. 

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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Hrenriqueta Verlangiere Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo,Brasil. 2012, Cohen P, Rogol AD, CL Deal, et al. Wit JM: 2007 ISS participantes da oficina de consenso. Declaração de consenso sobre o diagnóstico e tratamento de crianças com baixa estatura idiopática:. Um resumo da Sociedade de Pesquisa Hormônio do Crescimento, o Lawson Wilkins Pediatric Endocrine Society e da Sociedade Européia de Endocrinologia Pediátrica Oficina J Clin Endocrinol Metab . 2008; 93:4210-4217. Van Gool SA, Kamp GA, Odink RJ, et al. Altas doses de tratamento com GH limitada ao período pré-puberal em crianças com baixa estatura idiopática não aumentar a altura do adulto. Eur J Endocrinol. 2010 Apr; 162 (4) :653-60. Epub 2010 Jan 28.Collett-Solberg PF, Misra M. Drogas e Terapêutica da Sociedade de Endocrinologia Pediátrica Lawson Wilkins. O papel da insulina humana recombinante-like growth factor-1 no tratamento de crianças com baixa estatura. J Clin Endocrinol Metab . 2008; 93:10-18.

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